

A PowerTrac fabrica baterias tracionárias, o equipamento que move empilhadeiras, paleteiras e boa parte da logística da indústria brasileira. Mercado B2B de nicho, ticket alto, ciclo de venda longo e concorrência convencida de que marketing digital era assunto de varejo.
Foi nesse cenário que a Fresh Lab assumiu a operação, com uma tese simples: nicho técnico não rejeita marketing digital, rejeita marketing digital mal feito.
A operação já era saudável, mas o marketing digital orbitava no piloto automático.
Mídia paga sem leitura estratégica de KPIs, presença orgânica fraca, redes sociais desativadas e zero integração entre marketing e comercial.
Em um segmento com público restrito, baixo volume de busca e ticket alto, cada real mal investido sai caro.
O desafio era extrair pipeline real de um nicho técnico, sem inflar audiência, e provar que mídia paga e orgânico podem operar como sócios, não como rivais.
A Fresh Lab assumiu a operação digital com foco em quatro frentes integradas: leitura disciplinada de métricas, reativação das redes sociais, e-mail marketing como motor recorrente de relacionamento e alinhamento direto com o comercial.
Nada de campanha solta. Cada ação carregava hipótese, KPIs e ponte para a venda.
KPIs como bússola, não relatório
O time mapeou as métricas que de fato indicavam intenção de compra: tráfego qualificado, custo por clique e conversão por origem.
Indicadores secundários entraram como suporte, não como vitrine. Cada decisão de mídia passou a ser baseada em hipótese testável, eliminando achismo e protegendo o orçamento mensal.
Redes sociais reativadas com lógica B2B
Facebook, Instagram e LinkedIn voltaram ao ar com conteúdo técnico voltado a gestores de logística e compradores industriais.
Em vez de educar leigos, a marca passou a falar diretamente com decisores que já entendem do produto, encurtando o caminho entre interesse e contato comercial.
E-mail recorrente e marketing colado no comercial
Disparos semanais transformaram o e-mail em canal de relacionamento contínuo, não em ferramenta esquecida no fim do funil.
Em paralelo, marketing e comercial passaram a operar no mesmo ciclo de receita, com leads qualificados entregues ao time de vendas com contexto, não em planilha solta.
Em poucos meses, a operação digital da PowerTrac saiu da inércia e virou geradora consistente de demanda.
Custo por clique caiu para a casa dos centavos, redes sociais voltaram a atrair audiência qualificada, a base de e-mail cresceu de forma orgânica e o comercial passou a receber leads prontos para conversa.
1.169 cliques pagos a R$ 0,84 cada
A campanha de Google Ads gerou 1.169 cliques no último período com custo médio de R$ 0,84 por clique. Em um segmento técnico, com público pequeno e termos caros, esse número aproxima a operação de um CPC de varejo digital, sem perder a qualificação do tráfego industrial.
+200% em cliques no e-mail e 522 novos assinantes/mês
O e-mail marketing semanal entregou aumento de 200% na taxa de cliques e abertura de 14% a cada mil disparos.
Em paralelo, a base ganhou em média 522 novos assinantes por mês, criando um ativo proprietário que segue gerando demanda independente de algoritmo.
5.000 visualizações mensais e ciclo fechado com vendas
Os canais de comunicação somaram cerca de 5.000 visualizações mensais e as redes sociais recém-estruturadas alcançaram 1.200 usuários no período.
O alinhamento direto com o comercial fechou o ciclo: tráfego virou conversa, conversa virou orçamento, orçamento virou venda.