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Case de Marketing Digital – UTFPR

A UTFPR, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, é referência nacional em ensino tecnológico público. Mas reputação não preenche turma sozinha. É sobre isso que iremos falar neste case de Marketing Digital.

Em um mercado onde cursos de extensão e especialização disputam atenção com bootcamps privados, plataformas internacionais e certificações relâmpago, a instituição precisava transformar autoridade institucional em matrícula efetiva. E fazer isso sem inflar verba.

• DESAFIO • DESAFIO • DESAFIO • DESAFIO • DESAFIO • DESAFIO

A UTFPR captava leads em volume razoável, mas o custo por aquisição vinha subindo a cada ciclo. O desafio não era visibilidade, era eficiência.

Cada curso (Desenvolvimento Web, Gestão de TI e Cibersegurança) atraía perfis distintos, com intenções de busca, maturidade e tempo de decisão diferentes.

Tratar tudo como uma campanha única significava queimar verba em cliques que não viravam matrícula.

Aumentar o orçamento resolveria o sintoma, não a causa. A meta era crescer matrículas e, no mesmo movimento, fazer cada real investido render mais.

• Estratégia • Estratégia • Estratégia • Estratégia • Estratégia • Estratégia

ESTRATÉGIA

Ao invés de injetar dinheiro em campanhas saturadas, a Fresh Lab montou uma estrutura de maturação de audiência em ciclos.

O primeiro mês construía base e nutria intenção. O segundo mês colhia essa base com mídia mais barata e leads mais qualificados. Cada curso recebeu uma frente própria, calibrada pelo comportamento real do seu público.

Cluster de busca por alta intenção

Em Desenvolvimento Web, a análise mostrou que buscas por tecnologias específicas convertiam muito mais do que termos genéricos.

Reconfiguramos o cluster para priorizar essas palavras, retirando verba de termos amplos. O custo do clique caiu, e o tráfego que chegava já vinha pré-qualificado pela própria intenção da busca.

Reengajamento com gatilhos de escassez

Gestão de TI vinha em desaceleração natural após meses no ar. Identificamos que termos de busca com maior qualificação atraíam um perfil sênior em fase final de decisão.

Acionamos gatilhos de escassez, vagas limitadas e prazo, direcionados a esse recorte. O público que estava em cima do muro foi para a inscrição.

Otimização por conversão, não por clique

Em Cibersegurança, o termo de maior volume não era o que mais convertia. Realocamos verba para palavras com taxa de matrícula superior, mesmo com CPC mais alto.

A lógica trocou de atrair muito para atrair certo. O resultado foi a maior taxa de conversão de toda a operação, com tráfego menor e mais decidido.

• Resultado • Resultado • Resultado • Resultado •

RESULTADO

Em quatro meses de operação, a estratégia entregou 114 matrículas, redução de 23% no CPA e o equivalente a 1,41 aluno por dia útil.

A maturação de audiência se pagou. O investimento do primeiro mês virou ativo no segundo, e a verba começou a render duas vezes mais sem aumento de orçamento.

2× matrículas com metade da verba

O curso de Desenvolvimento Web dobrou o volume de matrículas no segundo ciclo, gastando metade do orçamento usado no primeiro.

O efeito veio da combinação entre cluster refinado e audiência já madura. A mídia parou de ser conquista e virou colheita.

CPA 23% menor no acumulado

A queda de 23% no custo por aquisição saiu da soma de três decisões: corte de termos de baixa qualificação, troca de criativos cansados de remarketing e priorização de palavras com histórico de matrícula.

Cada real ficou mais produtivo, e o orçamento manteve fôlego para o ciclo seguinte.

Maior taxa de conversão da operação

Ao realocar verba para o termo que convertia, e não para o que mais clicava, Cibersegurança chegou à maior taxa de conversão entre os três cursos. O volume de tráfego caiu, a quantidade de matrícula subiu.

Prova de que “clique barato” e “clique útil” raramente são a mesma coisa. Crescer não é gastar mais. É gastar onde a verba volta.

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