Compra de Mídia Programática

(Última atualização em )

A menos que você tenha se escondido debaixo de uma pedra por cerca de um ano, sem dúvida, você já deve ter ouvido falar sobre compra de mídia programática. Se, por um acaso, você ainda não ouviu falar, está na hora de embarcar nessa ‘’onda’’ e pensar sobre onde você gostaria de gastar seu orçamento digital e ver otimizações no futuro da sua empresa.

Esse post servirá para te iniciar nesse assunto, te projetando para um pouco mais dentro do tema e discutindo os principais benefícios dessa estratégia. No final, se você tiver dúvidas, venha conversar com o time da Fresh Lab para te ajudar! 

Mas, o que é mídia programática mesmo?

Antes de tudo, vamos falar sobre o que importa: mídia programática. Ela é uma maneira de segmentar para quais tipos de público você deseja exibir sua publicidade, em um grande resumo. Com ela, podemos abranger segmentos, informações demográficas, como idade, sexo, posição social e geografia em determinadas áreas específicas de um país.

Assim como na Pesquisa Paga, é possível limitarmos os anúncios à horário s do dia e frequência. Tudo isso é decidido a partir dos editores que desejam exibir seus anúncios. Dessa forma, será pago apenas por aqueles anúncios altamente eficazes, entregues as pessoas certas no momento certo! A compra da mídia programática representa uma mudança em relação a compra tradicional de anúncios. Automatizar esse processo significa que ele pode ser feito em tempo real, não dependendo de quaisquer tipos de interações humanas para ser realizado. 

Todo o processo se trata de aumentar a eficiência em gastos e recursos, trabalhando através da compra, no posicionamento e otimização, por meio de computadores e algoritmos pré configurados – ajudando na redução do tempo de trabalho e aumento do ROI. 

Como funciona a compra de Mídia Programática?

Para entender a compra de mídia programática, é importante reconhecer a terminologia relacionada a esse processo. Em primeiro lugar, a compra de mídia programática pode ser categorizada em três tipos diferentes: 

  • Lance em tempo real (RTB): também conhecido como leilão aberto, o RTB é quando os preços de estoque são decididos por meio de um leilão em tempo real. Como o nome sugere, isso está aberto a qualquer anunciante ou editor. O RTB é considerado uma maneira econômica de comprar mídia com um grande público;
  • Mercado Privado (PMP): são semelhantes aos leilões abertos, mas os PMPs têm restrições sobre quem pode participar. Somente anunciantes selecionados têm acesso a PMPs somente para convidados. No entanto, em alguns casos, os editores podem ter um processo de seleção que permite que os anunciantes solicitem um convite.
  • Direto programático: é quando um editor ignora os leilões, vendendo inventário de mídia a um custo fixo por mil (CPM) para um ou vários anunciantes.

O ecossistema programático também envolve três componentes principais: 

  • Plataforma de venda (SSP): software que permite que os editores vendam impressões de anúncios gráficos, para dispositivos móveis e em vídeo para potenciais compradores automaticamente em tempo real. Isso inclui trocas de anúncios, redes e DSPs, proporcionando aos editores maior controle sobre seu inventário e CPMs;
  • Plataforma do lado da demanda (DSP): software que permite que agências e anunciantes comprem plataformas cruzadas de inventário de anúncios;
  • Trocadores de anúncios: é assim que o lado da oferta alimenta o estoque na troca de anúncios. O DSP se conecta à troca de anúncios, permitindo que anunciantes, agências, redes e editores comprem e vendam espaço para anúncios. Os preços de estoque podem ser acordados através do processo de licitação.

O inventário de anúncios geralmente é comprado por meio de um leilão em tempo real. Usando canais programáticos, os anunciantes podem comprar por impressão, segmentando assim o público certo. Como o processo é automatizado, a compra de mídia programática garante velocidade e eficiência que não são compatíveis com a compra de mídia tradicional.

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